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pesquisa na Universidade do Oeste
de Santa Catarina foi organizada
ainda na década de noventa,
por meio da Resolução
nº 11/1992, do então
Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão, sob o título:
“Política e Diretrizes
Gerais para a Pesquisa na Unoesc”.
Na ocasião, a Instituição
buscava seu credenciamento como
universidade junto ao Ministério
da Educação, num
processo de integração
de Instituições
de Ensino Superior Isoladas existentes
na região, o que implicou
na superação de
alguns limites, entre eles, o
de se tornar uma Universidade
não somente voltada para
a graduação, mas
também para a pesquisa
e a extensão.
Este limite somente foi possível
ser superado graças ao
esforço coletivo empreendido
pela Instituição,
no sentido de capacitar os seus
docentes em nível de
mestrado e doutorado, uma vez
que a pesquisa acontece quando
se tem um quadro de professores
altamente qualificado.
Duas
políticas foram marcantes
para a pesquisa na Unoesc nessa
primeira década. A primeira
delas criou o Programa Institucional
de Bolsas de Iniciação
Científica – PIBIC/UNOESC,
financiado com recursos do Fundo
de Apoio à Pesquisa –
FAPE e do CNPq, através
de cotas de bolsas de iniciação
científica. Tal política
possibilitou desenvolver uma
cultura para a pesquisa na Instituição,
engajando professores e alunos
em dezenas de projetos de pesquisa.
Os Seminários Integrados
de Iniciação Científica
realizados pela UNOESC, FURB
e UNIVALI são uma amostra
do que tal política significou
para Instituição.
A segunda
política marcante para
o avanço da pesquisa
na Unoesc veio com a Resolução
nº 85/2002,
do Conselho Universitário.
Nela, buscou-se estruturar as
linhas de pesquisa, a partir
das quais organizaram-se grupos
de pesquisa, hoje em número
de 62 grupos devidamente cadastrados
no Diretório dos Grupos
de Pesquisa do CNPq.
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